Quando a criança adotada quer saber sua origem…

O que os pais devem fazer quando a criança ou adolescente adotado quer saber sua origens?

No contexto da adoção é natural que  os pais se vejam na dúvida de contar ou não sobre a adoção dos seus filhos e procuram pela melhor ocasião para abordar o assunto com a criança ou adolescente.

Por quê existe tanto receio para contar  para criança adotada suas origens?

Bom, em primeiro lugar ainda existe ainda muito preconceito em torno desse tema

Muitos os pais sentem receio que seu filho sofra algum tipo de hostilidade caso saibam qual sua história de vida antes da adoção.

Outro grande medo gira em torno da possibilidadade de que seu filho queira entrar em contato com os pais biológicos e queira abandoná-los…

A verdade é que por mais que falar sobre a origem dos filhos adotados seja bastante delicado, toda criança tem o direito de saber sua história de vida.

Em alguns casos quando a criança apresenta alguma dificuldade psíquica, emocional ou de aprendizagem, isso dificulta ainda mais o início dessa conversa, pois os pais acham que ao não tocar no assunto, de alguma forma estão poupando seus filhos do sofrimento.

Vale dizer que a superproteção aos filhos, deixa esses cada vez mais dependentes e com menos recursos emocionais para superar os dilemas da vida como um todo.

O ideal seria que a criança soubesse a verdade sobre sua origem desde o momento da adoção. Claro que  de forma a respeitar sua capacidade de entendimento de acordo com sua idade.

Se este assunto for falado abertamente, as dúvidas poderiam ser esclarecidas assim que fossem surgindo.

O esclarecimento e a naturalidade entorno do tema dariam tranquilidade à criança ou adolescente e aumentariam o poder de assimilação dessa questão.

O importante é sempre falar a verdade com seu filho e não tornar a hora de contar sobre suas origens um momento tenso ou dramático. Isso evita que a criança possa se sentir desconfortável durante essa conversa…Leia mais sobre o momento de revelação AQUI!

A melhor forma é estabelecer uma relação de confiança desde o primeiro contato, pois assim, a vida cotidiana será muito mais fácil  para ambos os lados.

O vínculo estabelecido mostrará que o amor que envolve a adoção e a criação pode ser muito mais forte que os laços sanguíneos.

 

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Com carinho,

Tatiany Schiavinato.

Psicóloga. CRP 06/131048

Atendimentos especializados em adultos, casais e adoção.

R. Catiguá 159 Tatuapé/SP

 

 

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