ADOÇÃO: POR QUE ACONTECEM AS DEVOLUÇÕES?

 

Os  medos relacionados a adoção giram em torno das chances de devoluções da criança ou adolescente.

  A questão é:  Por que elas acontecem?

O ato de adotar de uma criança ou adolescente é um ato de nobreza e muito amor, no entanto, é também um processo bastante complexo, que envolve muitas responsabilidades.

Pouco é divulgado, mas é mais comum do que se imagina o número de devoluções de crianças no período da guarda provisória e, em alguns casos raros, até mesmo após ter passado todo o período de adaptação e tendo já concretizada a adoção.

Os motivos pelos quais ocorrem essas devoluções são bastante variados. Uma das principais razões para a desistência de uma adoção é a não formação de um vínculo afetivo com a criança.

Em alguns casos, os futuros pais não estão preparados para receber um filho na família…

Adversidades, como por exemplo, um divórcio,  podem levar os pais a enxergar mais motivos para continuar com a adoção.

A chegada deste filho real  também pode trazer a tona medos e inseguranças do casal.

Muitas vezes os futuros pais são cercados de desejos irreais e fantasiam muito sobre a personalidade da criança a ser adotada.

Após a adoção,  os pais se deparam com as individualidades e caracteristicas próprias da criança que nessa fase de transição pode ficar muito tímida. Comportamentos agressivos, desobediência e dificuldades na aproximação também podem surgir.  Neste post (clique aqui)  falamos um pouco mais sobre esses comportamentos e a devolução de crianças adotivas.

Esse tipo de situação deve ser esperado pelos pais, que devem oferecer suporte emocional a essa criança. Esta precisa sentir pertencente a um laço familiar cercado de amor e carinho.

Quando isso não ocorre, a criança ou adolescente sofrem muito com a devolução, podendo impactar diretamente o lado psicológico e causar traumas emocionais sérios, devido ao ato de rejeição.

Convém aqui destacar que a adoção é irrevogável, ou seja, definitiva!

Caso ocorra de fato a desistência após a adoção, os pais serão penalizados e, se necessário, terão que custear os gastos com psicoterapia da criança.

Um preparo profissional com os pretendentes à adoção é essencial para que se estabeleça um espaço de conversa e esclarecimento de todo o processo que envolve a adoção.

Esse acompanhamento além de preparatório, filtra as pessoas verdadeiramente interessadas pela adoção e diminui as chances de problemas de adaptaçãoa ou de devoluções.

 

 

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Com carinho,

Tatiany Schiavinato.

Psicóloga. CRP 06/131048

Atendimentos especializados em adultos, casais e adoção.

R. Catiguá 159 Tatuapé/SP

 

 

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